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Teste GP


 Se hoje me perguntarem como eu imagino algum deus, eu digo que é uma deusa igual à Princesa Mononoke. Mais um filme que me apaixonei do Studio Ghibli, Princesa Mononoke conquistou meu amor.


 Ela é linda, luta bem, é independente e defende a natureza e seus espíritos com sangue nos olhos. O que mais eu poderia querer para amar uma personagem? Faz bastante tempo que eu queria assistir esse filme, desde que assisti A Viagem de Chihiro, tenho um enorme desejo de assistir todos os filmes do Hayao Miyazaki. Então uma amiga minha me falou desse filme criticando o Avatar (aqueles bichos azuis feios lá), dizendo que o aclamado filme copiou a Mononoke. Quando eu comecei a ver, achei que ela tava louca, não parecia ter nada a ver, mas na metade, vi que ela estava coberta de razão.


 A história começa com um príncipe, chamado Ashitaka, que ao defender sua vila, é atacado pela maldição de ódio de um deus-javali (é meio esquisito, mas filmes japoneses são assim mesmo). Como sua morte pela maldição é inevitável, o nosso querido jovem príncipe parte em uma jornada para descobrir a origem de todo aquele ódio e evitar que isso se repita (ok, chega de narração sessão da tarde). O que importa, é que ele chega em uma vila que destrói a natureza para a mineração de ferro. Mas os animais, os espíritos e os deuses (e a Mononoke) estão se enchendo dos humanos e querem sua floresta de volta. Ashitaka deseja uma convivência pacífica e fará o que for possível pra conseguir isso.


 Olha, eu assisti sem saber nem a sinopse e amei, talvez se eu tivesse lido antes, minhas expectativas e vontade de ver teriam acabado, mas não foi assim. No começo, o filme parece ser meio chatinho, mas te juro que fica bem legal. Principalmente quando aparece o grande espírito (a cara dele deveria ser um meme). Por isso super recomendo o filme. E caso alguém se pergunte, é parecido com Avatar por esse negócio de mineração do homem contra natureza e espíritos. Mononoke é de 1997.


 E agora um aviso: o Facebook excluiu a página do meu blog, então tive de criar outra (essa aqui), mores, por favor curtam e avisem os amiguinhos image

 Espero que tenham gostado image



16:07 3 comentários

 Ultimamente eu tenho pensando muito em um filme que vi um tempo atrás e de primeira não gostei muito não, mas agora percebo que se tornou um dos meus favoritos. Acontece bastante comigo isso, e tenho certeza que já deve ter acontecido com você. O filme? As Virgens Suicidas. É um filme que poucos amigos meus assistiram, mas entre eles há uma certa repulsa do público masculino. E acho que isso me incomodou muito, mas muito mesmo. E não só esse, como também Maria Antonieta recebe muitas críticas por aí, mais de homens que de mulheres. Ambos são dirigidos por Sofia Coppola e com a atuação da linda Kirsten Dunst. Então, ontem eu discuti sobre isso tudo com um amigo meu e pensei em fazer uma postagem sobre isso, porque achei interessante.

Maria Antonieta



 Todo filme é ficção, por mais "baseado em fatos reais" que ele seja. Excluindo documentários, obviamente, nenhum filme é 200% fiel à história. Então é óbvio que Maria Antonieta iria fugir um pouco da real história da rainha da França, mesmo que sem querer. E eu já ouvi professor de história reclamar desse filme por não ser muito "real/fiel". E daí? Claro que tem o problema de diferenciar o que aconteceu mesmo e o que é realmente invenção. Mas acho que esse não é o ponto da Sofia. Ela mostra o ponto de vista feminino em seus filmes.


"Que comam brioche!". Imagino que qualquer um que estivesse morrendo de fome naquela época da França iria querer matar sua rainha depois de ouvir a tal famosa frase. Não os culpo, eu faria o mesmo. A História nos apresenta Maria Antonieta como uma vilã, uma mulher horrível que não se importava com o próprio povo, que absurdo! Mas Sofia Coppola teve a ideia de tentar mostrar, no ponto de vista dela, o que foi ser Maria Antonieta, a austríaca rainha da França.


 Imagine chegar aos 14 anos e ser forçada a casar com um desconhecido. Parece bem ruim, não é? Agora vamos piorar (porque sempre dá), que para se casar com esse fulano você vai ter que mudar de país, sem nenhum amigo ou família, todos vão ficar no seu país de origem. Tudo isso parece extremamente absurdo e mesmo que fosse comum na época, deveria ser mesmo para a princesa da Áustria. De um dia para o outro ela estava casada com um homem que mal suporta tocá-la, "governando" um povo que não vai com a cara dela e vivendo com uma corte fofoqueira e pouco amigável ... ela tinha apenas 14 e estava completamente sozinha. Cercada do luxo, comida e bailes, mas extremamente sozinha. No filme, mostra como ela tenta se aproximar do marido, como uma tentativa de fazer a vida ficar tão boa quanto um conto de fadas. O herdeiro do trono francês e a princesa austríaca se casam e vivem felizes para sempre. Mas não foi nada disso.


 Acho que não é nenhum segredo aqui que rainhas não governavam. Com algumas exceções, é claro. Na maior parte das vezes, a rainha era só uma figura e a política quem fazia mesmo, era o rei, a única função da rainha era gerar herdeiros. Não foi diferente para Maria Antonieta, além de ter uma péssima relação com o marido, ela demora sete anos para finalmente ter um filho (imaginem a pressão e as fofocas que ela sofria). A inocência e desilusão de uma vida de contos de fadas parecem levar a personagem à uma aparente depressão, a qual faz ela se afundar na decadência da nobreza. A desilusão do amor e de uma vida feliz, a levam a se importar somente com suas festas, roupas e amantes. O seu caso com o Conde Fersen mostra ser o mais perto do amor que ela chega. E não que se importar com roupas fosse ruim, afinal ela é hoje um ícone da moda, mas foi uma escapatória para ela de uma vida infeliz.


 Maria Antonieta não foi criada para governar, só para ser a esposa daquele que governa, ela mal sabia da situação do povo francês. Dentro de um palácio cercado pela luxúria e fofocas, sem amigos, se torna mãe por obrigação e não amor, sofre pressão da própria mãe para manter os interesses austríacos a frente de qualquer coisa. Não que a vida dela fosse pior que a de qualquer um francês morrendo de fome, mas ela também era humana e sua vida não foi lá um mar de rosas. E é por isso que amo tanto esse filme.



As Virgens Suicidas



 Vendo assim, a família Lisbon parece ser normal e feliz. Mas como o próprio título diz, essa história não terá um final feliz e presume-se que todas as cinco filhas vão se matar. É isso mesmo. "Mimimi, mas por que eu vou ver um filme que eu já sei o final mimimi" de primeira também pensei assim. Mas o ponto do filme não é o final, é o que vem antes dele. O que leva cinco garotas lindas e jovens a se matarem? Mesmo com uma vida bem perto do normal, isso não faz sentido para ninguém da cidadezinha típica americana em que vivem.

"Cecilia was the first to go"


  O que uma garotinha normal de 13 anos pode entender da vida? É uma coisa que escutamos muito por aí. Ou pior, se mata por atenção. As irmãs Lisbon eram jovens, mas aprisionadas em casa, semi-normais dentro de uma jaula vendo a juventude passar. O que essas garotas podem saber da vida? Muita coisa, elas não tem nada para fazer além de pensar e imaginar. Imaginar a liberdade que tanto sonham e suas vidas do jeito que querem. Nada diferente até então de qualquer adolescente. O que levou então Cecilia, a mais nova, a se matar?


 Depois de um ano do suicídio de Cecilia, as quatro irmãs seguem a vida normalmente. Chega o baile da escola e elas convencem seus pais a darem esse único dia para aproveitarem uma mísera liberdade, com condições é claro. Ao chegar o dia, elas estão vestidas muito parecidas. Eu vejo isso como uma forma da mãe delas tirar a individualidade de cada uma, ver elas apenas como uma coisa só, chamada de filhas, e não como garotas, seres humanos, indivíduos.


 O filme mostra muito o que é ser uma garota na adolescência. É quase que um Alice no País das Maravilhas mais explícito, trágico e contemporâneo. Com pais religiosos, são reprimidas por serem garotas, não podendo sair e o contato com homens é quase nulo. A simplicidade e falta de liberdade da vida delas é um tédio. A vida dela é um tédio, repito quantas vezes for necessário. Mesmo que Cecilia foi a primeira a ir embora, eu vejo a Lux como a mais deprimida de todas. Ela dá, dá muito, mas muito mesmo e pra qualquer um. O sexo para Lux (sendo então a única irmã que não é virgem) é uma forma de combate à depressão e tédio da vida que elas levam, ela é extremamente autodestrutiva. 


 As Virgens Suicidas é como pegar os poetas do Mal do Século (Lord Byron, Álvares de Azevedo, etc) e transformar toda aquela arte para o mundo feminino. A vida é um tédio, estão presas a ela e a morte é a única saída. Elas consideram a morte a única saída para a vida que levam. A morte se torna cada vez mais bonita aos olhos das irmãs Lisbon. O livro em que o filme foi baseado, leva em conta uma teoria de que se um familiar se mata, influencia aos parentes a cometerem suicídio também. Mesmo que tenha levado mais de um ano para isso acontecer, elas se matam bem no dia que podem conseguir sua liberdade de outra forma além da morte. E o mais irônico: Lux, a pior de todas (ao meu ver), é a última a morrer. A vida delas não era ruim, mas do jeito que elas enxergavam, viver era péssimo. E o que eu mais achei legal é que os meninos que narram a história se encantam com elas, em como elas parecem estar bem, mas não estão. A trágica história das irmãs suicidas Lisbon se torna uma obsessão. É uma forma de mostrar a visão masculina se entrasse dentro da mente feminina.


 Espero que tenham gostado.

14:24 1 comentários

 Bonne nuit, meu amores. Como vão? Hoje vou falar do último filme que assisti: Violet & Daisy (2013). Perguntando à mocinha do Open English, significa Violeta e Margarida (uau), ou seja as duas protagonistas tem nomes de flores. E essas pequenas coisas, só me deixaram louca para ver esse filme.


 Armas, sangue, assassinas de aluguel e mulheres aparentemente fofas e gentis. Parece até um filme do Tarantino e de fato, o famoso foi uma das inspirações para o diretor. Mas não esperem demais desse filme como eu fiz, porque dá uma certo desapontamento.


 Violet e Daisy são uma dupla de adolescentes assassinas de aluguel que decidem sair dessa vida, mas antes, querem ter o dinheiro para comprar um vestido da ídola delas: Barbie Sunday. Então, aceitam um trabalho aparentemente simples de matar um homem apenas, solitário e sem conhecimento algum de armas.


 Mas o trabalho, que devia ser apenas dar uns tiros e ver o cara tombar no chão, deixa de ser fácil, elas dormem durante o serviço enquanto aguardam seu alvo e acordam sendo observadas por um homem de meia-idade muito simpático, que oferece biscoitos e leite. O tempo vai passando e elas não sabem se devem matar o homem ou não, ter o vestido ou não.


 Eu esperava um filme bem Tarantino, pra falar a verdade, cheio de tiros, muita ação e mortos com uma trilha sonora linda, mas isso é só no começo. Por outro lado, eu amei a discussão do filme. O diretor pega as questões de porte legal de arma e sentença de morte de um jeito muito legal. A arma, dar um tiro, é um modo muito frio de matar, não há toque. Mas e se você conhecer o alvo e ver que ele é uma boa pessoa? Não ficaria difícil? Quem é você ali no meio de tudo isso pra decidir quem deve morrer ou não? E mais: elas ainda devem matar alguém só para comprar um vestido? Eu não sou muito fã de discussões morais e éticas, mas eu adoro um filme que tem essas coisas implícitas.


 Das personagens, eu gostei mais da Violet, ela é prática, um tanto fria e objetiva, e mais legal também. Por outro lado, a Daisy é a sensível da dupla, ela é super boazinha, é bonitinho e tals mas um tanto chato. Não sou muito fã dos bonzinhos.


 Outra coisa que adorei no filme é o tempo. A maior parte de todo o filme, se passa apenas em um dia, e dá história sim. Não é nem um pouco monótono. Tem hora que a Violet sai para comprar balas e acontecem alguns problemas, enquanto Daisy conhece ainda mais aquele que ela fora contratada para matar. Mas o tempo todo, você fica na ansiedade de descobrir quem é aquele homem e como tudo aquilo vai terminar. Em resumo, amei e super recomendo.

Nota: 




14:31 2 comentários

 Na semana retrasada, uma amiga chegou pra mim calmamente dizendo "MEU DEUS CAROL VOCÊ TEM QUE VER ESSE FILME É A SUA CARA", assim bem calma mesmo. Geralmente, assisto todos os filmes que me recomendam, mesmo que demore um pouco, mas esse eu tive que assistir assim que meu computador chegou (e sim, só agora vou falar dele).


 Foxfire: Confessions of a Girl Gang (2013) é agora um dos meus filmes favoritos, é totalmente minha cara. A história é sobre umas adolescentes que decidem formar uma girl gang (dã), se ajudando e até aplicando golpes em homens para terem dinheiro (relaxem, elas fazem isso para terem o que comer). Até aí já ganhou meu coração, mas minha alma foi dada com o simples fato da história se passar na década de 50, ou seja, to apaixonada pelo filme.


 O filme é narrado pela personagem Maddy (Madeleine), que foi a garota que anotou tudo que acontecia durante a época que fazia parte do Foxfire. Ela mostra como sua amiga Legs (Margaret) teve toda ideia e como foram reunindo as garotas. Minha personagem favorita é a Rita, é a que mais se parece comigo. Mas todas são legais e sofrem diversas transformações ao longo da história. Enfim, amei o filme e assistam, só isso.


16:19 No comentários
 Boa notícia: meu computador voltou do conserto (yay!). Má notícia: basicamente pra maioria das pessoas essa semana as aulas voltaram (pra mim foi segunda, mas isso não vem ao caso). A falta de post é explicada com o fato que eu já tive duas provas essa semana, sabem como é. Enfim, decidi fazer um post sobre todos os filmes que vi nas férias, porque até que foram bastante, já que estava sem computador para baixar. Anyway, vamos começar.

À Prova de Morte 



 Vamos desconsiderar que eu assisti um pouco antes das férias começarem, ok? Ok. Então, mais um filme lindinho do Tarantino (já avisei que AMO Kill Bill, acho) e esse eu morri tanto de amores que assisti mais de uma vez. É um estilo meio girl gang e eu adoro demais isso. Em resumo, é sobre um doido que tem um daqueles carros de dublê que é à prova de morte e ele fica matando pessoas com ele. Mas lógico que tem o jeitinho Tarantino, então é muito legal.

Melancolia 


 Meu primeiríssimo filme do famosinho Lars Von Trier. Sabe aqueles filmes que mudam sua forma de pensar? Melancolia é um desses. Para quem não sabe, melancolia é uma doença parecida com depressão, ok? A história é sobre duas irmãs, Justine, que é uma noiva melancólica, e Claire, que é mãe, mas que é um tanto desesperada. As características das duas vai se fortificando conforme um planeta chamado Melancolia se aproxima e ameça colidir com a Terra. De verdade, a fotografia, o cenário, a música, o roteiro, a filmagem, tudo é perfeito e bem pensado. Vale a pena.

Ives Saint Laurent



 Quem nunca ouviu falar ou pelo menos viu algo da marca Ives Saint Laurent que jogue a primeira pedra. Este filme francês retrata como foi a vida do famoso estilista, que ajudou a continuação da marca Dior com apenas 21 anos. Desde seu desfile de estréia, sua carreira decolou, casou-se com uma modelo, mas logo começa a descobrir outras paixões. É um filme excelente, do mesmo nível que Diabo Veste Prada, quem gosta de moda vai adorar.


Cães de Aluguel



 Porque deixar só um filme do Tarantino na lista seria crime, não é? Mentira, risos. Há muito tempo me falavam para assistir. Juro que achei que ia ser uma coisa meio GTA, os caras planejando roubo, fugindo da polícia, mas não é nada disso. O roubo deu errado e foco do filme é por quê deu errado, a partir daí você conhece um pouco sobre cada um e como tudo começou. Achei muito bom, mas acho que esperava um pouco mais, não sei.

Os Outros



 Para quem gosta de filme de suspense/terror como eu, este é um filme essencial. Com Nicole Kidman como protagonista, eu amei. A história é sobre uma mãe que tem filhos com extrema sensibilidade a luz e está sozinha numa casa enorme, já que o marido foi à guerra e nunca mais voltou. Então ela procura empregados para ajudá-la e três estranhos batem à porta. A partir daí começam a acontecer coisas bem estranhas. Esse entra na lista dos finais surpreendentes e que amei.

O Desprezo



 Outro primeiríssimo filme, mas dessa vez com a Brigitte Bardot. É a história de um roteirista que aceita trabalhar com um diretor que quer fazer um filme sobre Odisseia de Homero, ele é casado com Camille, que arde de ciúmes após o marido não se importar que ela pegue carona com o diretor sozinha. A partir daí o relacionamento dos dois vai acabando e ela passa a cada vez mais desprezá-los. Uma rápida colocação sobre a Brigitte: ela é uma daquelas mulheres Marilyn Monroe, ou seja, são maravilhosas e encantadoras, só dá para amá-las e odiá-las por nos fazer amá-las. O filme é super parado, mas até que gostei, o discurso e a fotografia são ótimos. 

Bonequinha de Luxo



 Sim, eu já tinha assistindo esse filme, mas eu tenho em DVD e tava com saudades. Eu amo demais essa história, quem quiser me dar o livro, por favor. Para quem não está a par, é sobre uma "prostituta" de Nova York chamada Holly Golightly, que não trabalha e vive saindo com homens ricos para ganhar dinheiro. Ela é um tanto confusa e sozinha, não se apaixona por ninguém, só se interessa no dinheiro. O único lugar que realmente se sente bem é a joalheria da Tiffany's. Então um escritor se muda para o apartamento de cima e fica observando a vida que Holly leva e se apaixona por ela. Muito bonitinho, engraçado e até bem reflexivo, todo mundo deveria ver esse filme. No livro ela tem um suposto bissexualismo e o escritor, que Holly chama de Fred por lembrar seu irmão, é gay. Mas como era década de 50, essas coisas não eram permitidas, acredito que se fosse filmado atualmente, teria mais foco na vida deprimente da Holly, não seria tão fofinho assim. Seria bem legal se fosse atual, mas acho que seria um crime fazer uma refilmagem desse filme icônico de Audrey Hepburn, só pela Audrey não deixo refilmarem de jeito nenhum.

O Pequeno Buda



 Não é o filme que mais estranhei ver o Keanu Reeves, é o segundo (o primeiro é Bill and Ted's Excellent Adventure). Quem diria que colocar um branquelo magro para interpretar o famoso Buda acabaria dando certo? Pra começar, o filme é bacana por não vir chegando já contando a história de quem foi o fundador do budismo. Começa com a procura da reencarnação de um monge budista tibetano, então alguns monges localizam uma criança americana como candidata e a história do Buda é contada para ela. É bem bonitinho, água com açúcar e interessante para quem tem alguma curiosidade sobre o Oriente.

 Enfim, é isso. Espero que tenham gostado.

10:43 No comentários

 Houve uma época na minha vida que eu era viciada em assistir filmes de Old Hollywood, mas principalmente, eu era apaixonada pela atriz belga Audrey Hepburn. Ela era linda por dentro e por fora, sem falar que era talentosa e tinha um ótimo gosto para roupas. É claro que eu comecei com Bonequinha de Luxo, um daqueles filmes que você deve ver antes de morrer, mas acho que os  que mais amei, além desse, foram Cinderela em Paris e Infâmia. Audrey é considerada a mais bela atriz de Old Hollywood e a terceira maior lenda feminina do cinema. E a diva não para por aí, ela também se tornou Embaixatriz da UNICEF, em 1987. Hoje ela completaria 85 anos (e o Google tratou de lembrar isso a todos).


Algumas curiosidades sobre a atriz


  • Ela era fluente em francês, italiano, inglês, neerlandês e espanhol
  • Os seus pais se divorciaram quando ela era muito pequena e enquanto Audrey e a mãe estavam de férias na Holanda, o país foi invadido por nazistas. A pequena teve que passar por diversas mortes de parentes e períodos de escassez de comida
  • E por causa disso ela cresceu com má nutrição, ocasionando os 49kg que pesava e nunca conseguiria ultrapassar na vida, fora os 1,70 m de altura
  • Ela era bailarina profissional e ajudava a resistência ao nazismo arrecadando dinheiro com as danças e trazia mensagens em suas sapatilhas
  • Depois de ser desiludida pela sua professora de balé, decidiu começar a trabalhar como modelo e obteve alguns papéis em filmes
  • O estilista Hubert de Givenchy foi o figurinista do filme Sabrina e ao ouvir o "Hepburn" pensou que faria vestidos a Katherine Hepburn (uma famosa atriz na época). Ficou desapontado ao ver que era uma desconhecida, mas se encantou com Audrey e os dois passaram a ter uma grande amizade que duraria a vida toda. Eles trabalharam juntos em outros filmes e revolucionaram a moda.
  • A atriz sempre desejou ser mãe
  • Ela sofreu quatro abortos durantes sua vida
  • E teve dois filhos
  • O último papel de Audrey foi um anjo em Além da Eternidade, de Steven Spielberg
  • Como Melhor Atriz, recebeu Oscar, Tony Award, Globo de Ouro e BAFTA
  • Se casou duas vezes
  • Em 1993, foi diagnosticada de câncer no apêndice, causando sua morte em 20 de janeiro de 1993


 Bom, acho que agora deu pra ver que ela foi uma mulher linda por dentro e por fora. Mas só vendo algum filme dela que você consegue entender o quanto ela era encantadora, divertida e carismática. Creio que ela deve ter sido o tipo de pessoa que você fica feliz só de estar perto. Já citei as minhas obras favoritas, mas Sabrina, Minha Bela Dama, Charada e A Princesa e o Plebeu também são requisitos para conhecê-la. Agora algumas fotos dessa diva.


 Espero que tenham gostado do post!

14:27 No comentários
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Sobre a autora

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Olá, meu nome é Mizuki Sayuri, tenho 20 anos, sou apaixonada por arte, moda, filmes, séries, etc. Aqui sempre gosto de compartilhar coisas do meu mundo e coisas que passam pela minha cabeça.

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