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Teste GP


 Ontem estava eu aqui, uma garotinha normal xeretando as coisas na Internet, quando um nome me chamou atenção na tela: Scream Queens. Não sabia o que era, mas só o nome já me atraiu. Pesquisei ai nos Google da vida e eis que descubro que é uma futura série criada por Ryan Murphy (American Horror Story), Brad Falchuk e Ian Brennan. Li sinopses, assisti teasers e o que posso dizer? TO GRITANDO PRA ASSISTIR!


 Scream Queens é uma série que a história foca numa fraternidade (grupos sociais dentro de faculdades americanas) que aconteceu algo horrível em 1995. Mas os personagens estão no presente e parece que o ocorrido ainda deixou suas marcas, pois uma testemunhado evento é assassinada. Mas segundo Ryan, é uma série que mistura comédia e terror, com uma pitada de filmes anos 80. Sem falar que, pelo que conhecemos do seu trabalho em American Horror Story, vai ter sexo sim. E bastante, diz ele.


 Outra coisa que chamou atenção é o elenco. A personagem principal será Chanel e interpretada por Emma Roberts (me desculpem, mas não vou com a cara dela), mas outros nomes como Ariana Grande, Keke Palmer (adoro ela), Lea Michele, Nick Jonas e Jamie Lee Curtis.


 Mesmo com essa sinopse e um elenco interessante, ainda estou com um pé atrás. Em todas as quatro temporadas de American Horror Story, a história sempre parece ótima e maravilhosa e que vamos amar, porém o desenrolar sempre me decepcionou. Os temas são ótimos, mas nunca bem trabalhados. Exemplo é a segunda temporada, Asylum, começou com a ideia de hospício e serial killer, ótimo, amei, mas chegou na metade, meteram o Diabo (literalmente), nazismo e aliens. COMO ASSIM??? Dá vontade de dar um tiro nos roteiristas por colocar tanta coisa aleatória, porque estragou tudo. Mas enfim, vamos aguardar a estréia de Scream Queens (setembro deste ano nos EUA) e ver o que vai dar.


 Espero que tenham gostado, e caso fiquem ainda mais interessados, já há um site brasileiro para a série aqui.

15:15 1 comentários

 Quem ama Mean Girls vai adorar The Most Popular Girl in School. O MPGiS é uma série na verdade... e no YouTube... e com... Barbies. E é esse um dos motivos que é tão genial. É super bem feito, muitas personagens femininas tem voz masculina e falam coisas meio wtf. Quem me acompanha aqui ou me conhece pessoalmente sabe que eu amo esse tipo de coisa. Amo o primeiro e o segundo episódio eternamente, mas toda a série é boa. Cheguei até a segunda temporada e parei nela, sério, é viciante.



 A série é em torno da vida das Cheerleaders do Overland Park High School, começa com a chegada da nova garota, Deandra. Há várias outras personagens, alguns episódios só com personagens masculinos ou impopulares, sem ter nenhuma das Cheerleaders. Vou falar de algumas personagens:

Mackenzie Zales: Head cheerleader, homecoming queen, part-time model... Mackenzie é a líder das Cheerleaders.

Brittanay Matthews: a minha favorita. Melhor amiga da Mackenzie, é a mais "escandalosa" (ela grita e xinga todo mundo, sem medo de ser ela mesma), ela odeia Saison Margeurite também, tipo muito.

Trisha Cappelletti: é a sem-noção das Cheerleaders.

Saison Margeurite: ela diz ser uma aluna de intercâmbio vinda da França, mas segundo Britanny ela veio de Montreal. Saison força bastante a cultura francesa e finge não conhecer palavras (que ela claramente sabe) em inglês. Ela adora a Brittanay, ironicamente.

Shay Van Buren: apelidada de Gay Van Buren, é a maior inimiga das Cheerleaders. É a do meio das irmãs Van Buren, sendo a menor Mikayla e a mais velha Cameron.

Rachel Tice: é uma das garotas mais impopulares do colégio, ela ama Gossip Girl e é vista pelos outros como uma criança. Mas quando era pequena, era amiga das populares, mas um incidente as separou. Ela só tem uma amiga tão impopular quanto ela, Judith Dinsmore. Não é filha única, a irmã dela, Bridget, pouco aparece, mas é super parecida com a Daria.

Jonathan Getslinhaumer: é um g0y. Não tem nenhum amigo, força ser um cara cool e hétero, e no fundo, a gente sabe que ele é gay.


 O único problema da série pode ser crucial para alguns: totalmente em inglês. Não, não dá pra baixar legenda, nem tem em inglês. É puro som mesmo, super rápido e cheio de expressões inclusive. Eu mesma às vezes só pego uma piada na quarta vez que vejo o episódio (são bem curtos). Mas ao mesmo tempo é um ótimo treino. Enfim, como eu apaixonada, vou deixar os dois primeiros vídeos.

 Atualização: por indicação de Kitty (como assim está nos comentários, e obrigada pelo link), descobri que há um canal que legendou em português quase até o final da segunda temporada. Mas em respeito aos criadores originais; Mark Cope, Carlo Moss e Lily Vonnegut; vou deixar os originais aqui e quem preferir ver legendado, clique aqui. O último postado, episódio 26, foi há alguns meses atrás, então não sei se o dono continuará com o projeto, só avisando.



 Espero que tenham gostado.
09:07 3 comentários

 Acho que conheci a Família Addams pela série animada primeiro. Passava em algum canal pra criança que não me lembro, só sei que conhecia e até gostava. Mas foi só quando vi a série antiga que me apaixonei. Meu pai ama coisas da década de 40 a 60, então isso inclui as séries clássicas que passavam, e foi assim que conheci a série original. Confesso que a Wednesday é bem sem graça nesse seriado, já que ela não tem um gosto muito voltando para o macabro e é bem criancinha. Mas então assisti aos filmes... viciei. Bom, talvez aqui tenha gente que mal conhece a Família Addams ou nem ouviu falar, então vamos a uma rápida historinha com apresentações.

Série Original/Refilmagem
 A Família Addams é diferente de todas as outras e diferente de muita gente hoje em dia, eles não se gabam pela sua diferença, pelo contrário, estranham os outros não terem os mesmos gostos que eles. O "chefe" da família é Gomez, que é tipo assim, doido pela mulher dele, Morticia Frump Addams, de um jeito até um pouco assustador. Ela adora cultivar plantas venenosas e passar um tempo com o marido no cemitério. Eles têm dois filhos: Wednesday (que no Brasil se chama Wandinha) e Pugsley (Feioso). Eles têm um mordomo que parece o monstro do Frankstein, Lurch (Tropeço), e uma mão ajudante. Sim, literalmente uma mão desmembrada chamada Thing T. Thing (Mãozinha). Há também a Grandmama (Vovó Addams) que é tipo uma bruxa/vidente e o Tio Fester (Tio Chico), que é bem doidinho. Algumas vezes aparece o Primo Itt e ele é... vejamos... literalmente um monte de cabelos.



 Basicamente é isso. Tudo foi baseado nos desenhos do cartunista Charles Addams, então surgiu a série original branco-e-preto (e sem mimimi de que não é colorido, leva voadora na cara quem fizer) na década de 60 e uma refilmagem no final dos anos 90 (que até agora não me inspirou vontade de assistir). Aí teve dois filmes e mimimi, adorei os dois. Assisti o primeiro por acaso nesse fim de semana e ontem me deu vontade de ver o outro. Li em algum lugar sobre um suposto terceiro, mas não achei muita coisa, só deu pra notar que o elenco era o mesmo da refilmagem, então puf, nem assisti (também não encontrei em lugar nenhum).


 Na série orginal, Wednesday é interpretada por Lisa Loring, que não teve muita continuação na carreira de atriz após o seriado. Na refilmagem, Nicole Fugere (não confiem na Wikipédia brasileira porque essa sessão ta errada, só avisando), sendo seu último papel na carreira. Por fim, minha (e acredito que de muitos) Wednesday favorita: Christina Ricci, que fez a personagem nos filmes. Ao contrário da má sorte de carreiras das outras atrizes, a carreira de Christina decolou com esse papel. Ela foi Katrina em Sleepy Hollow ao lado de Johny Depp, um grande papel no filme Gasparzinho e possui uma enorme de lista de filmografia. Trabalha desde 1990 até os dias de hoje.

Lisa Loring como Wednesday na série original
 Enfim, com toda essa onda de inspiração de cute and horrible de posts (Saccstry, Kinderwhore e Minhas Comprinhas), me apaixone completo na Wednesday por causa dos dois filmes e ai decidi fazer uma espécie de look inspirado na personagem. O resultado:


 Vestido - Luiza Pannunzio
 Sapatos - Laundry Club
 Meias - Topshop

 Enfim, espero que tenham gostado do post. Vou tentar assistir a refilmagem e dizer o que acho. Por hora só aconselho assistir um episódio da série antiga e um dos filmes, porque eu amei. E para finalizar, a música que todos conhecem (ou não).


21:12 2 comentários

 Vamos começar o post com: sem preconceitos de "anime/mangá é coisa de otaku mimimi", bato em quem vier com essa chatice pra cima de mim, viu? Ok, agora podemos começar. Acredito que Sailor Moon foi um dos animes mais marcantes pra geração dos anos 90/00, provavelmente mais para o público feminino. Eu mesma assistia e amava, assim como Sakura Card Captors (ambos passavam no Cartoon Network, aliás).


 No ano passado, decidi pegar pra assistir os dois de novo, porque eu não me lembrava de nada, nem da história. Comprei a primeira temporada da Sailor (porque vamos falar só da Sailor, Sakura fica pra outro post) e só assisti esses dias agora. COMO ESSE ANIME É BOM! Ele é meio infantil sim, mas é engraçado e aborta MUITO questões feministas (mesmo com algumas contradições aqui e ali), é perfeito. O desenho é lindo e bem no estilo Girl Gang que eu amo.


 A história é sobre uma garota de 14 anos chamada Serena (no mangá é Usagi), que um dia conhece uma gata chamada Luna que a transforma em uma guerreira para lutar contra as forças do mal, encontrar um artigo mágico e a Princesa da Lua. Conforme a série vai indo, aparecem outras Sailors, cada uma com o nome de um planeta do sistema solar (Sailor Mercury, por exemplo). Serena é a líder de todas, mesmo sendo bem bobinha e chorona. Essa parte de ela não ter as características de uma líder, acredito que é uma das mais legais, mostra que ela e outras garotas também podem amadurecer e enfrentar seus medos.


 E se no Brasil há muitos fãs fiéis que aguardaram o relançamento do mangá mais que o começo da Copa, imaginem no Japão. Não é raro encontrar blusas, bolsas, cosplays e outras coisas inspiradas em Sailor Moon, é quase que uma religião para as garotas de lá. Até mesmo a Eva Pinkland, uma das rainhas do Pastel Goth, adora e já pousou para uma marca de acessórios inspirada no anime. E tudo relativo a ele é tão lindo, até as tatuagens são lindíssimas. Até mesmo a rapper Kreayshawn tem uma que eu achei super fofa (ou seja, essa paixão pelo anime não é exclusivamente oriental). E sim, está nos meus planos fazer uma também, risos. Mas no geral, o que eu queria trazer aqui é mais essa moda inspirada na Sailor Moon, deem uma olhada:

A tatuagem da Kreayshawn
Eva Pinkland com acessórios inspirados em Sailor Moon
 Bem, eu sei que essa coisa de Sailor Moon sempre teve no Japão, mas não me impede de fazer um post sobre para inspirar outras garotas, não é? Eu acho essas coisas muito fofas e lindas, com certeza quero algumas, servem também para diversos estilos, como o Fairy Kei ou o já citado Pastel Goth. E agora deixo o vídeo da abertura do anime em português, caso interessar a alguém. Espero que tenham gostado do post.


14:56 No comentários

 Há anos que eu via imagens e gente falando dessa série na Internet, mas só algumas semanas atrás que eu comecei a ver. É MUITO BOM! Eu estou viciada, e chorando ao mesmo tempo já que estou terminando. Aliás desculpem pela falta de posts, estou com um projeto pra escola que vou "apresentar" amanhã. Enfim, vou falar um pouco sobre o desenho:


 Obviamente, a personagem principal se chama Daria Morgendorferr, uma adolescente diferente nos anos 90. Ela é muito inteligente, séria, realista e sarcástica, quase sempre está com a mesma cara. Ela e a família se mudam para Lawndale e a partir daí começa a série.


 Em um universo onde todos são idiotas, preconceituosos e a aparência é mais valorizada que a inteligencia, Daria e a irmã são um contraste. Enquanto a irmã é super popular e fútil, Daria é o mais puro blasé pra sua aparência e para as pessoas ao redor. Isso a torna amiga de Jane Lane, uma garota artista que tem uma família bem aberta.


 Bom, não dá pra ficar contando muito, pois raramente os episódios se ligam ao outro. E claro, há vários personagens e não dá para ficar detalhando demais. Mas repito, é muito legal e engraçado. Os comentários de Daria são uma voadora na cara da sociedade, mas pessoalmente me identifico mais com a Jane.


 Mesmo sendo um post curtinho, espero que tenham gostado!

11:35 4 comentários

 Durante essas duas semanas que viajei, descobri algo interessante: My Little Pony é bom. Sim, estou falando daquele desenho que passa no Discovery Kids! Talvez você esteja se perguntando pra onde eu fui viajar que pudesse ser tão horroroso a ponto de eu estar assistindo um canal de criança. Bom, eu fui pro litoral, vulgo praia, mas eu odeio sol com todas as minhas forças e tenho quase que pavor de areia. Eu amo o mar, mas o sol, as pessoas e a areia me desanimam, então fiquei no hotel assistindo televisão. Eu e meu irmão às vezes assistimos DK porque tem algumas coisas tão bizarras que damos risadas. Enfim, uma hora passou My Little Pony e resolvi conhecer, e para minha surpresa: estou viciada!

 Bom, como assisti o desenho nessas duas semanas todos os dias, quando cheguei em casa resolvi pesquisar mais sobre. Descobri que a série agrada adultos (chamados de bronies) e vai estrear a 4ª temporada este ano.

A História


 O desenho tem como foco a pônei unicórnio Twilight Sparkle que, instruída pela Princesa Celeste, deve fazer amizades em Ponyville, para descobrir as peças-chave dos "Elementos da Harmonia". Na cidade, ela se torna amiga de cinco pôneis: Rarity, Rainbow Dash, Fluttershy, Applejack e Pinkie Pie. Tais amigas representam as peças-chave que Twilight precisa.

A sinopse do desenho é essa, mas tem muitos episódios sem a própria Twilight.



 Falar demais sobre o desenho estraga e existe Wikipédia para aquele que quer saber mais, então só posso dizer que adorei de coração a série. O desenho é lindo, eu sou apaixonada pelos olhos das pôneis. Nada é forçado, tem um bom humor e bos historinhas. E eu já sou a Rarity.

 Depois que voltamos, meu irmão me mostrou um video meio que misturando My Little Pony com Faustão, de brincadeira é claro. Até agora não paro de rir desse video.

16:10 1 comentários
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Sobre a autora

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Olá, meu nome é Mizuki Sayuri, tenho 20 anos, sou apaixonada por arte, moda, filmes, séries, etc. Aqui sempre gosto de compartilhar coisas do meu mundo e coisas que passam pela minha cabeça.

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